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TIC na extensão Rural

daniel 2010

Daniel Espindola, coordenador do Agrocampus, www.agrocampus.org

A extensão rural sofreu uma série de mudanças muito visíveis nos últimos 50 anos, de um boom em fases como da "revolução verde," estágios de certa negligência, para outros estágios de estar nas mãos das grandes empresas envolvidas no agri-alimento.

Há atualmente um "renascimento" de expansão na América Latina, uma nova sensibilidade e preocupação para a agricultura, os desafios tecnológicos novos e em constante mutação, em produções de alimentos atuais, novas actividades económicas e produtivas em áreas rurais, bem como familiar.

Tudo isto no âmbito do rápido desenvolvimento da sociedade da informação e comunicação, da sociedade digital, do mundo globalizado.  As TIC cada dia estão presentes em todas as áreas da economia, da cultura, da política, da sociedade, da produção.

Esta realidade que estão aproveitando em seu verdadeiro potencial?

A resposta deve variar é analisar caso a caso, mas em geral pode garantir que é muito desigual seu uso, suas aplicações, seus resultados.

Os territórios rurais, há uma situação de lacuna digital ampla ao mesmo tempo em que é observável ou seja vai reduzindo o dia-a-dia e cria melhores condições para a utilização das TIC na extensão rural...

Para a extensão é observada vários fatores críticos que é cara, entre eles a vontade de rediscagem:

  • Falta de uma cultura digital nas instituições e entre os extensionistas, que colaboram em uma priorização correta das TIC como ferramentas de suporte para a informação, a comunicação, para de gestão, etc.
  • Limitados conhecimentos de Informática na instalação profissional e técnico. Bem como alguma resistência ao uso das TIC.
  • Design de ferramentas, espaços, serviços muito pensei que da "a oferta da informação" e menos "de produtores e cidadãos rurais".
  • Pouco investimento e alfabetização e capacitação digital das populações rurais.
  • Uso na maioria das ferramentas e software não gerado especificamente para esses fins especificamente de extensão rural.

Claro, existem muitos outros fatores críticos e possivelmente se priorizamos alguns desses outros podem ser mais relevantes do que o apontado aqui.

Eu me importo com stress - neste artigo curto - aspectos que tornam as decisões estratégicas e gestão que tomamos nas nossas instituições e principalmente enfatizam que nós deve "design de agricultores e programas dos cidadãos rurais, serviços, etc.

Quando essa perspectiva tem mais chance de usar mais adequadamente-lhes ferramentas, as línguas, as vezes, etc dos nossos programas vinculados a ele e extensão rural.

Daniel Espindola: Uruguaio de 59 anos, coordenador do Agrocampus (www.agrocampus.org), especializada em e-aprendizagem rural e gestão de conteúdos com TIC, bem como na fazenda de juventude.


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